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CBM de Ariquemes alerta sobre riscos domésticos
risco de acidentes domésticos é tão presente que fazem parte das estatísticas das ocorrências atendidas por equipes do Corpo de Bombeiro. Os acidentes mais comuns são as queimaduras em panelas, choques elétricos, quedas, ingestão de produtos de limpeza e perfurações. Nos casos mais graves, são afogamentos em baldes, bacias e piscinas normalmente ocorridas por descuido de pessoas responsáveis.
Parte substancial dos traumatismos ocorre dentro de casa. A pessoa encosta o braço na frigideira quente ou no ferro de passar, frituras na panela que atinge mãos e braços. Nesses casos, em geral, as lesões são pequenas. No entanto queimaduras mais extensas e graves também acontecem e são comuns em crianças que se aproximam do fogão, tocam nos cabos das panelas. Lesões com sangramentos provocados por objetos afiados e quedas também ocorrem com certa frequência dentro de casa e, não raro, notícias sobre mordeduras de animais.
“A segurança sempre vem em primeiro lugar” resumiu o comandante do 2º SGB do Corpo de Bombeiros em Ariquemes, Tenente Jeferson Marques de Oliveira, ao comentar sobre a importância da prevenção de acidentes domésticos até a segurança nas áreas comerciais. O comandante pontuou algumas situações comuns que podem causar sofrimento nas pessoas adultas e infantis, sejam elas, a ingestão de produtos químicos, acidentes com botijões de gás, cuidados com crianças evitando o choque elétrico, queimaduras, que podem causar graves sequelas.
Na oportunidade o comandante alertou sobre as responsabilidades dos setores comerciais, que devem seguir as legislações impostas pelo governo, que exige o alvará de instalação, projetos, regras de sinalização, extintores e instalações elétricas compatíveis ao ambiente.
Proprietários de imóveis que desejam buscar orientações sobre projetos de instalações, podem acessar o endereço http://www.cbm.ro.gov.br/imagens-editor/File/Decreto8987.pdf que dispõe sobre o regulamento de Segurança contra Incêndio e Pânico no Estado de Rondônia. Ao finalizar, o comandante Jeferson, mencionou que as regras são aplicadas a todos os tipos de construções, desde as áreas comerciais, industriais, religiosas e casas de shows que já estão adotando medidas preventivas para evitar tragédias como o ocorrido na boate Kiss em Santa Maria no Estado do Rio Grande do Sul que matou 242 pessoas e feriu outras 680, onde o incêndio ocorreu na madrugada do dia 27 de janeiro de 2013 num show de pirotecnia.
Câmara Municipal de Ariquemes retoma trabalhos e dispensa solenidade
Ao contrário das solenidades realizadas nas retomadas de trabalho na Câmara Municipal e cerimonial formal com a presença de autoridades e público em geral, o Presidente Adair Moulaz (PSDB) não realizou ato solene nesta segunda-feira (23) e consequentemente à apresentação e posse de novos parlamentares; atitude inversa às solenidades do Governo e Assembleia de Rondônia.
Quem participou da Milésima Nonagésima Oitava (1098ª) sessão ordinária da terceira sessão legislativa ocorrida na Câmara Municipal de Ariquemes, surpreendeu-se com a falta de solenidade na retomada dos trabalhos e as típicas cerimonias de abertura e posse de novos parlamentares. Considerando a ausência de autoridades e população para acompanhar o evento.
Inverso às solenidades realizadas na posse do governador reeleito (Confúcio Moura) e da posse de novos parlamentares da Assembleia Legislativa de Rondônia, o presidente da Câmara Municipal de Ariquemes, preferiu uma solenidade sem grandes alardes. A justificativa apontada pelo vereador-presidente é a lei de responsabilidade fiscal que estabelece normas de finanças públicas e que a infraestrutura da Câmara também sofre com a falta de melhorias estruturais.
O Prefeito Municipal de Ariquemes, Lorival Amorim, não participou do evento, mas foi devidamente representado pelo chefe de gabinete, Ari Alves. Como forma de manifestar apoio aos parlamentares emitiu carta onde aponta a necessidade de cautela nas despesas, mais responsabilidade e transparência nas ações, na preservação das instituições e, sobretudo promover o bem estar social através da prevalência do interesse coletivo. Ao finalizar o chefe do executivo, manifestou disposição em continuar trabalhando em parceria com os vereadores, para que se possa tornar realidade os projetos que visam o progresso do município transformando-a num lugar de oportunidades, onde as pessoas realizem seus sonhos e objetivos.
Vereadora Rosa
A vereadora Rosa (PSL) no uso da palavra considerou a ausência da solenidade inoportuna, pois considera um momento importante para registrar o início dos trabalhos da Câmara e especialmente na forma de oficializar as boas vindas dos novos parlamentares. A parlamentar também espera que este ano seja realizado novos investimentos e conclusão de obras no município de Ariquemes e que tem mantido suas obrigações de fiscalizar as ações da Prefeitura de Ariquemes.
Vereador João Leite
As reivindicações solicitadas à administração pública de Ariquemes pelo vereador João Leite (PP) sempre são pautadas nas melhorias de escolas, ruas, calçamentos, iluminação e outros serviços de importância para as comunidades. O vereador disse que tem ouvida a população, que acompanha as obras que estão sendo realizadas pela administração pública, mas que também é necessário enviar equipes motorizadas para manter as vias de acessos sempre limpas e com condições de tráfego.
Na carta enviada pelo prefeito Lorival Amorim, pontuou ações realizadas em 2014, com investimento na saúde, na educação, agricultura, indústria e comércio, duplicação de avenidas, recapeamento de ruas, serviços de drenagem superficial e profunda e outros serviços. E finaliza que busca convênios junto ao governo federal e estadual.
Sintetizando as atitudes justificadas entre os 02 (dois) poderes, Legislativo e Executivo, o município de Ariquemes só tem a prosperar com as obras fiscalizadas pelos vereadores e o dever de casa sendo cumprida pela administração publica de Ariquemes. Se a lei de responsabilidade fiscal for uma motivação para que o dinheiro público seja destinado de forma correta, o presidente da Câmara Municipal de Ariquemes será uma nova esperança para que possamos mudar os rumos da política severamente questionada pela sociedade.
Investimentos no valor de 66 mil equipam Guarda e Secretaria Municipal de Ariquemes
Com recurso próprio do Município de Ariquemes, segunda-feira (22) a Secretaria de Trânsito e a Guarda Municipal recebem equipamentos para atividades voltados as instalações e manutenção de sinalizações de trânsito e veículo equipado para patrulhamento comunitário e escolar.
O valor adquirido através de licitação pública orçada em 66 mil foi possível a aquisição de equipamentos e veículo que ficaram a disposição da Secretaria de Trânsito e da Guarda Municipal de Ariquemes. Os equipamentos e veículo foram adquiridos com recursos próprios da administração pública de Ariquemes que serão utilizados para serviços que beneficiaram a segurança do trânsito como instalações de sinalizações, recuperações e conservação de outros bens públicos e o veículo será integrada a frota da Guarda Municipal e servirá as comunidades e no âmbito de patrulhamento as escolas.
Os equipamentos adquiridos foram uma perfuradora de solo no valor de R$ 1.044, um martele para fixação de taxões R$ 3.100, um gerador de energia R$ 2.754 e um veículo quatro portas equipado no valor total de R$ 59.000, totalizando o valor de R$ 66.098 em aquisições. “Nossa preocupação é oferecer segurança e orientações para um trânsito mais seguro para nossa população e visitantes do município” disse o Secretário de Trânsito, Capitão Livi.
A diretora da GM (Guarda Municipal) Ilvania, disse que o veículo veio em momento oportuno para que se possa prevenir e coibir possíveis atos ilícitos e oferecer segurança as escolas, prédios públicos e dos cidadãos que trafegam em nossas ruas. “Um veículo a mais somam nossas ações e será possível ampliar nossos trabalhos de prevenções” finalizou a Diretora da Guarda Municipal, Ilvania Dias.
A GM foi criada através de concurso público municipal em 2005 e hoje atual com um efetivo de 40 Guardas Municipal que tem atribuições de fiscalização ao trânsito, patrulhamento escolar e outras atividades de segurança a sociedade Ariquemense. O último concurso público foi em 2008 e não há previsão de novos concursos para 2014.
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Toda cidade tem as suas carências no campo da infraestrutura social que tornam-se solúveis a partir da realização de obras, tais como:
- Construção de redes para água, esgoto e iluminação pública;
- Escolas com professores, salas equipadas, laboratório de informática, quadra poliesportiva, área livre para lazer diversos e estacionamento.
- Bibliotecas com livros atualizados e bibliotecários;
- Centro para a promoção da cultura ou teatro municipal com sala de ensaio, som, luz, camarim, equipe técnica e estacionamento;
- Calçamento, pavimentação asfáltica, sinalização das vias urbanas;
- Hospital municipal devidamente aparelho com atendimento de urgência e emergência, enfermaria, internamento, maternidade, cirurgia de baixa e média complexidade. O mesmo aplicável aos postos de saúde instalados na sede do município e nas zonas rurais com médicos, medicamentos, suprimentos para procedimentos de saúde e higiene;
- Viabilizar apoio para oferecer segurança pública com a garantia de policiamento viaturas de forma frequente;
- E muitos mais.
Todos estes aspectos fazem parte do composto que gera infraestrutura para a elevação da qualidade de vida dos cidadãos.
Para tanto, quando um serviço público é entregue a população há variáveis a serem analisadas. Mesmo porque são obras postas nas mãos da população das mais diversas formas com ou sem inauguração, acabada ou a concluir. Em alguns casos, quando concluídas há pendências em função do material com péssima qualidade, entre outros.
Só os grandes líderes, os visionários e comprometidos consigo e com a sua carreira perante a opinião pública, conseguem enxergar na pesquisa de satisfação uma verdadeira oportunidade real e tangível para o reposicionamento da sua gestão. Veja: Antes de comprar um presente para o tradicional “amigo oculto”, você não procurar saber dos seus gostos? Não faz uma sondagem antes sobre as suas necessidades e desejos? Muito bem, você está realizando uma pesquisa de satisfação, no sentido de entregar um presente que este amigo se sinta realizado.
Para você entender melhor a utilização desta ferramenta estratégica de gestão eficaz é importante saber que existem critérios para a sua plena execução. Para tanto, antes de materializar todas as ações que visam gerar respostas diante das necessidades dos munícipes deve-se levar em consideração respeitosamente a existência de cinco fases fundamentais:
1ª. Preparação da campanha;
2ª. Reconhecimento da realidade;
3ª. Diagnósticos e realização de relatório;
4ª. Elaboração do cronograma e plano de ação;
5ª. Execução de ações sistemáticas até o fim do mandato.
Atente-se agora ao detalhamento de cada uma:
PRIMEIRA: Preparação da campanha
- Esta é a fase em que se realiza o chamado serviço administrativo ou planejamento, um árduo trabalho que envolve a elaboração e revisão do questionário, dimensionamento da quantidade de questionários a serem aplicados na cidade, ou seja, tamanho da amostra, tamanho da equipe, logística de transporte, alimentação e hospedagem. A ser considerado também a mapeamento e roteirização de cidade.
SEGUNDA: Reconhecimento da realidade
- Mão na massa, eis a hora de entrar em campo com toda equipe tática para a execução da pesquisa de opinião “porta em porta”. Ela deverá ser realizada através de pessoas devidamente treinada, hábeis para entrevistar de forma especialista, discreta e imparcial, características fundamentais para que todas as informações sejam coletadas com perícia, segurança e garanta o sucesso com excelência.
Vale acrescentar que o crescimento do número de habitantes numa determinada localidade normalmente traz alguns desafios associados, entre eles a vulnerabilidade social. Para tanto, tais desafios na maioria das vezes se originam num passado tão remoto que a prefeitura não tem como identificar causa e solução numa simples roda de bate papo.
Por esta lógica se percebe que a pesquisa de opinião com ênfase para a satisfação dos serviços e a própria gestão pública deveria ser realizada periodicamente, entretanto, a maioria não realizam. As pesquisas deveriam ser realizadas pelo menos, a cada dois meses, ou seja, seis ao ano – E de acordo com o interesse da prefeitura executar por seguimentos de atuação em que a prefeitura opera (por rodízios de secretárias).
TERCEIRA: Diagnósticos e realização de relatório.
- Após a realização da pesquisa de campo por domicílio, todas os dados coletados deverão ser processados e transformados em informações estratégicas. Esta operação ocorre no centro de gerenciamento da pesquisa, certamente, pelos mesmos responsáveis pela concepção e montagem do trabalho. Daí, o gerado por desdobramento o tão esperado RELATÓRIO. Em alguns casos, apresentam sugestões dos primeiros passos rumo PLANO DE AÇÃO.
QUARTA: Elaboração do cronograma e plano de ação.
- O cronograma será o caminho por onde serão conduzidas todas as estratégias, táticas e ações previamente definidas na primeira fase – a preparação da campanha. Já o plano de ação é a apresentação da ordem de execução de cada uma das atividades dirigida ao público alvo.
QUINTA: Execução de ações sistemáticas até o fim do mandato.
- Hora de colocar a mão na massa e executar tudo o que foi planejado até o último minuto do mandato. Ressalta-se que este é o momento de assumir o controle de todos as fases de materialização das obras para a cidade, vigilância referente aos tipos de materiais a serem utilizados, evitando se tornar alvo de duras críticas por parte da população e seus adversários em caráter de oposição partidária.
Zele pela boa manutenção da sua reputação e imagem pois, todas as vezes que um gestor público promete ou assume um compromisso com o povo é motivo de piada por algum seguimento da população, não faça parte desta estatística. Sabe-se que não como agradar a todos, mas evite problemas futuros, se precisa de ajudar, busque agora mesmo, o secretário do seu governo deve destinar as suas atenções as obrigações da sua secretaria e não para acumular um trabalho tão complexo quanto este, pesquisa estratégica para a qualificação da gestão pública.
Há outros objetivos de pesquisa que podem ser dirigidas ao Legislativo, realizam-se avaliações da Casa Legislativa ou de Mandatos Individuais. Estes estudos podem ser gerais ou setorizados seus outros objetivos pode ser eleitoral (mensurar intenções de votos, satisfação e rejeição referente ao nome deste ou daquele candidato) ou para a qualificação da gestão pública no curso do seu mandado, para o qual este trabalho foi direcionado.
*Autor: Uemerson Florêncio – Diretor da Khalifa Business, empresa que atuo com reposicionamento de pessoas, negócios e Desenvolvimento de Cidades. Coordenador do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento de Cidades (NPDC). Área de concentração acadêmica Relações Públicas com marketing pela Universidade Católica do Salvador – UCSAL e pesquisador em Relações Públicas pela Universidade Salvador – UNIFACS. Faz estudos de Cultura Árabe – a partir de Dubai e Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos país localizado no mar do Golfo, no Oriente Médio. Escreve para diversas editorais no Brasil nas áreas de: Relações Públicas, comunicação, gestão de carreiras, empreendedorismo e gestão em marketing político. É também correspondente internacional para: Portugal, Angola, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Moçambique. Na rede: www.facebook.com/khalifa.florencio
O marketing político é um sistema que opera de forma permanente em favor da gestão pública. Já o marketing eleitoral é um conjunto de técnicas e procedimentos que tem como objetivo preparar o candidato para o seu eleitor, visando assegurar maior visibilidade e coerência com as propostas a serem apresentadas, ele buscará se diferenciar dos seus concorrentes que estiverem na sua frente perante a corrida eleitoral.
De acordo com LINS DA SILVA, (...) “marketing político é um conceito amplo e abrangente, a partir do qual derivamos outros termos, como por exemplo: marketing eleitoral, propaganda política, propaganda eleitoral, publicidade política, publicidade eleitoral, propaganda ideológica, opinião pública e imagem pública. O conceito de Marketing Político normalmente deve trabalhar e harmonizar todos os outros conceitos citados. (LINS DA SILVA, Carlos Eduardo. O marketing eleitoral. São Paulo: Publifolha, 2002 – Folha Explica, p. 32).
Pode destacar no marketing político algumas funções ou objetivos essenciais para qualquer candidato ou gestor público no curso do seu mandato. A citar:
- Posicionar o candidato (produto) na mente do eleitor (consumidor);
- Criar familiaridade ou relacionamento entre o “político” e a população;
- Ou mesmo, apresentar as realizações materiais da sua gestão.
Quanto a sua aplicação nos dias atuais, é notória a superficialidade e improvisação diante das reais necessidades das pessoas. São muitos candidatos que se equivocam no uso da propaganda eleitoral durante as suas campanhas. Muitos deles acreditam que será apenas com a panfletagem nas ruas, a intensa presença dos carros de som pelas avenidas será o suficiente para agregar valor à sua imagem e reputação.
Algumas dicas essenciais para os cidadãos e candidatos:
- A população tem diversas carências, não se coloque como o “salvador da pátria absoluto”. Não prometa o irrealizável, os seus eleitores irão cobrar com justiça.
- O candidato tem muitos escândalos nas costas. Será que ele deve realmente levar a candidatura a diante só porque acredita que possui os melhores profissionais de marketing?
- Diante dos problemas sociais históricos, apresente soluções viáveis sem criar fantasias, mesmo porque a população no mundo em geral tem estado mais crítica, atenta e participativa da vida política e administrativa do seu país.
- Numa Democracia, se é candidato à Presidência da República, não se deverá se comportar como governador destinando atenção para este ou aquele Estado com certa exclusividade. Abrirá portas para a rejeição em outros Estados. Da mesma forma o candidato a Governador, não pode se comportar como prefeito, focando apenas para Bairros de determinadas cidades. O resultado é o mesmo, rejeição em outras cidades.
Conclusão: No Estado Democrático de Direito há muitas formas de acesso a informação. Entretanto, o cidadão deve exercer o seu responsável papel realizando uma análise clara das propostas de campanha dos candidatos, confrontando ideias, enfim, pesquisando. É importante ler a Carta Magna do País – a Constituição Federal Brasileira, no sentido de saber com maior fundamentação sobre parte dos seus direitos e deveres, mesmo porque há candidatos que nunca tocou na legislação e irá legislar para o eleitor.
São algumas das questões que por hora deve iniciar uma reflexão. Que você possa levar em consideração os pontos aqui abordados, questionando claro, o que não lhe convir, mas sem perder o exercício da sua cidadania. Boas Eleições!
*Autor: Uemerson Florêncio – Empreendedor. Brasileiro, nascido em Salvador-Bahia. Realiza treinamentos na área de negócios e atua com desenvolvimento de Cidades. É Palestrante, pesquisador do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da Khalifa Business, agência de negócios. Área de concentração acadêmica Relações Públicas com marketing pela Universidade Católica do Salvador – UCSAL e Comunicação e marketing pela UNIFACS. www.facebook.com/uemerson.florencio
Todo ser humano deverá ser movido por um motivo, mesmo que seja, o de apenas viver. Mas como viver não é pouca coisa é necessário criar ou defender causas, neste caso a causa da vida, amor à vida. As vezes é necessário movermos céus e terra para mobilizarmos simpatizantes ou simplesmente sermos reconhecidos em nossas percepções ou ofícios. Há aqueles que montam exércitos e parte para intensas batalhas alegando que “brigam” por um grande objetivo. Tenha um exército de ideias, mas defenda apenas uma única causa – MANTER-SE FELIZ!
Busque inspiração numa formiga, mas não se esqueça que para você buscar tal oportunidade, você precisará se curvar diante dela, seja humilde! Quando mais erguer o teu nariz, não conseguirá tal façanha!
Nesta maré me incluo, eu creio em Deus acima de qualquer causa, daí, separo-me e ponho-me em julgamento perante o meu coração e mente, sendo aprovado por estes dois relevantes conselheiros, monto o que chamo de psicosfera (muitos não entendem, não interessa) e avanço pacientemente para a realização – tal qual, a tábua das marés, quando se eleva, conquistando cada metro da praia.
Busque inspiração no camaleão que se camufla de acordo com as circunstâncias, sejamos pois, flexíveis e abertos a mudanças!
Quando ouço alguém dizer que ainda está tentando se encontrar nesta ou naquela área profissional, reflito e digo em silêncio: Este ainda tem a necessidade da dúvida, no meu caso, o tempo é curto e a minha história é intensa. Por isso, compreendo que sou o resultado dos meus esforços. Em prol de causas incompreendidas, imperceptíveis, mas acima de tudo, celestes!
Busque inspirações naqueles que não tem “nada na vida” (financeiramente) e vejam como eles vivem cada dia, suas superações e avanços. Mas para isso, não esqueça que além de você ter que parar por alguns minutos, deverá também silenciar para observar os passos deste teu irmão!
É necessário termos um motivo, viver por viver não deve ser o motivo, mas tenho que respeitar a escolha deste vivente, pois é o motivo dele. É a vida, as pessoas têm as suas escolhas, bem como, as suas regiões de escuridão e não devemos forçar a entrada.
Busque inspirações que te dão forças intensamente invisíveis, forças que estão dentro de você exclusivamente. Pois você deposita fé em tantas pessoas e não acredita em você mesmo. Crê que o outro pode conquistar o mundo e outros podem conquistar você, mas você se sente conquistada por você mesmo?
Creia sempre em Deus, creia sempre em si, creia em seus sonhos, creia no ser humano, pois ainda há pessoas que merecem créditos. Creia que você é protagonista da tua própria história, mesmo com todos os desafios que nos encontramos e que às vezes a sociedade nos impõe, a vida é maravilhosa.
“(...) Quem espera que a vida seja feita de ilusão, por até está maluco ou morrer na escuridão, é preciso ter cuidado pra, mas tarde não sofrer é preciso saber viver. (...)”. Este é um trecho da música “É preciso saber viver” que a banda Titãs oportuniza grandes e profundas reflexões!
Meus amigos, é chegada a hora de pôr a nossa consciência de “molho”, se dê um motivo para alcançar dias melhores, mas fique esperando que Deus fará tudo o que você quer, pois Ele nos dá o que a gente precisa!
Resultado: Inspire-se em algo que te fortaleça!
*Autor: Uemerson Florêncio – Empreendedor. Brasileiro, nascido em Salvador-Bahia. Realiza treinamentos na área de negócios. É Palestrante, pesquisador do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da Khalifa Business, agência de negócios. Área de concentração acadêmica Relações Públicas com marketing pela Universidade Católica do Salvador – UCSAL e Comunicação e marketing pela UNIFACS. www.facebook.com/uemerson.florencio
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Por decisão unânime do Colégio de Presidentes, a OAB Nacional trabalhará junto ao Congresso Nacional para aprovar a redução da cláusula de barreira de cinco para três anos. A matéria já foi deliberada pelo plenário da Ordem, sob relatoria do presidente da OAB-MG, Luís Cláudio Chaves.
Para o presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, a moção especial aprovada pelo Colégio de Presidentes revela a importância do tema. “A Ordem tem a missão de trabalhar pelo jovem advogado e a nossa luta no tocante ao Supersimples mostrou isso. Agora, um esforço legislativo será feito para diminuir o tempo da cláusula de barreira”.
Contra a corrupção: fim do investimento empresarial nas eleições
O presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, reiterou nesta sexta-feira (10), a necessidade do rápido julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade – a ADI 4.650, que acaba com o investimento empresarial em partidos e candidatos.
“Esperamos que esta tenha sido a última eleição em que o investimento privado tenha participado. Não se trata de demonizar o empresariado ou diminuir a atividade política, mas esse modelo cria uma relação nada saudável à democracia”, afirmou Marcus Vinicius.
Honorários Dignos
Convoco todos os colegas Advogados para aderir a campanha, divulgando, colocando o selo da campanha nas petições e nos casos concretos de tentativas de aviltamento dos honorários fazer as devidas denúncias chamando a atenção para a dignidade dos honorários, quem ganha com isso é o cidadão.
Outubro Rosa: CAARO e OAB e oferecem serviços de beleza e palestras de prevenção ao câncer de mama
Aderindo ao movimento internacional de prevenção ao câncer de mama, intitulado “Outubro Rosa”, a Caixa de Assistência dos Advogados (CAARO) irá realizar uma série de atividades para as mulheres advogadas.
O evento conta com o apoio da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Rondônia (OAB/RO), por meio da Comissão da Mulher Advogada, Comissão dos Jovens Advogados e Tribunal de Defesa das Prerrogativas (TDP).
Os serviços serão oferecidos todas as sextas-feiras do mês de outubro na sede da CAARO em Porto Velho e começará sempre a partir das 14h00. Na capital, a CAARO fica localizada na rua Paulo Leal, 1300, bairro Nossa Senhora das Graças.
A presidente da Comissão da Mulher Advogada, Elda Luciana de Oliveira Melo, convida as mulheres advogadas a participarem.
ELEIÇÕES 2014 x PESQUISA I
A pesquisa IBOPE divulgada na sexta feira anterior a eleição foi a maior aberração da história recente de Rondônia, essas pesquisas publicadas nas vésperas das eleições deveriam ser proibidas, pois induzem o eleitorado, pelo chamado voto válido, trazendo prejuízos para a democracia.
ELEIÇÕES 2014 x PESQUISA II
Tínhamos previsto que as pesquisas estavam erradas, por mostrarem o candidato a reeleição Confúcio Moura com oito pontos a frente do candidato da renovação Expedito Júnior e no final acabaram empatados percentualmente, o que comprovou que a melhor pesquisa é aquela que o próprio eleitor faz com seus conhecidos e nessa quem sempre esteve na frente foi o candidato da renovação, com a divulgação da pesquisa que mostrava o contrario o candidato acabou perdendo muitos votos, todavia Expedito ganhou em trinta e seis municípios e Confúcio Moura em dezesseis municípios.
ELEIÇÕES 2014 x DEBATE I
O último debate na Tv BAND, foi o pior debate já visto pós democracia, os candidatos esqueceram das propostas, preocupados apenas, com ataques pessoais, o impropério foi tão grande e em especial por parte do candidato a reeleição que foi concedido o direito de resposta a Expedito Júnior, no fim não houve ganhadores os dois perderam uma grande chance de ganhar votos dos indecisos e diminuir o índice de abstenção.
ALIANÇAS
Nesse quesito o candidato Expedito Júnior conseguiu largar na frente com apoio do candidato a Presidente Aécio Neves, que o chamou na segunda feira, para confirmar o apoio e gravar vinheta de apoio, conseguiu o apoio ainda do PV,PP, PR, PROS, de várias lideranças como Carlos Magno, Dep. Est. Luizinho, Dep. Federal Luiz Cláudio, Rosária Helena, vários vereadores da capital, apenas para citar alguns.
Coordenação da Campanha
Mariana Carvalho campeã de votos a Deputada Federal em Porto Velho e a terceira mais votada Deputada Federal de Rondônia deverá assumir a coordenação da campanha em Porto Velho de Expedito Júnior e Aécio Neves, candidatos que representam a nova política,está marcada para segunda uma coletiva para a confirmação, todos querem esse apoio que pode ser o diferencial da eleição vencedora, devida a disputa está acirrada, enquanto Mosquini assumirá a coordenação do candidato a reeleição.
PRESIDENTE
O PSDB mostra mais uma vez força em Rondônia e o candidato Aécio Neves foi o mais votado ele é a favor de obras importantes para nosso estado como o asfaltamento da BR 319 que liga Porto Velho a Manaus, conclusão dos viadutos, ponte de Abunã e ponte bi – nacional ligando o Brasil a Bolívia pela cidade de Guajará Mirim.
Breno Mendes é Advogado, membro da comissão de assuntos legislativos da OAB/RO, membro fundador do IDERO, especialista na área criminal e eleitoral. https://www.facebook.com/MENDESESADVOGADOS
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Opinião Politica por Muniz da Big Mel

I'm a Question 1
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I'm a Question 2
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I'm a Question 3
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A enxurrada de lama formada após o rompimento de duas barragens da mineradora Saramarco em Mariana/MG despertou finalmente a atenção para a situação de risco anunciada aqui, em 2014, pelo consórcio ESBR, de Jirau. E não é para menos. Se comparado ao Madeira, o rio do Peixe não passa de um igarapé. Um desastre em Jirau levaria consigo, sem dúvida alguma a de Santo Antônio e mais da metade de Porto Velho, junto com o que mais estivesse pela frente até o Atlântico. Escrevi isso em fevereiro de 2014. Fui acusado de catastrofista, além de outros adjetivos mais indigestos.
Leia em www.blogdocha.com.br
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O fantasma das guerras, grandes ou pequenas, de diferentes formas, ainda nos ronda. Então, é igualmente hora de falar, no raiar de mais um ano, na Paz e de lutar por ela, até que seja alcançada, incluída a paz no trânsito, em que os desastres vitimam tanta gente. Um dos perigos que a Humanidade atravessa é a vulgarização do sofrimento. De tanto assistir a ele pela necessária mídia, parcela dos povos pode passar a tê-lo como coisa que não possa ser mudada. Eis o assassínio da tranquilidade entre pessoas e nações quando se deixam arrastar pelo “irremediável”. Ora, tudo é possível melhorar ou corrigir nesta vida, como no exemplo de Bogotá, na redução da criminalidade.
Se, pelo massacre das notícias trágicas, as famílias se deixarem tomar pelo absurdo, este irá tomando conta de suas existências. (...)
Sociedade Solidária e Altruística
Debate-se em toda a parte a brutalidade infrene e fica-se cada vez mais perplexo por não se achar uma eficiente saída, apesar de tantas teses brilhantes. É que a resposta não está longe, e sim perto de nós: Deus, que não é uma ilusão. Inspirado em Jesus, o Apóstolo Paulo dizia: “Vós sois o Templo do Deus Vivo” (Segunda Epístola aos Coríntios, 6:16). João Evangelista, por sua vez, asseverou que “Deus é Amor” (Primeira Epístola de João, 4:8). Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, pelos milênios, vem pacientemente ensinando e esperando que, por fim, aprendamos a viver em comunidade. Trata-se da perspectiva nascida do Seu coração, que é solidária e altruística, firmada no Seu Mandamento Novo:“Amai-vos como Eu vos amei” (Evangelho, segundo João, 13:34), a Lei da Solidariedade Espiritual e Humana, sem o que jamais este planeta conhecerá a justiça social verdadeira.
Num futuro que nós, civis e militares de bom senso, desejamos próximo, não mais se firmará a Paz sob as esteiras rolantes de tanques ou ao troar de canhões; sobre pilhas de cadáveres ou multidões de viúvas e órfãos; nem mesmo sobre grandiosas realizações de progresso material sem Deus. Isto é, sem o correspondente avanço espiritual, moral e ético. A esperança de um futuro melhor é chama que não se apaga no coração perseverante no Bem.
Outro paradigma
Deve haver um paradigma para a Paz. Qual? Os governantes do mundo? Todavia, na era contemporânea, enquanto se põem a discuti-la, seus países progressivamente se armam. Tem sido assim a história da “civilização”... “Quousque tandem, Catilina?” (Até quando, Catilina?). Rui Barbosa (1849-1923), o corajoso Águia de Haia, no entanto, inspirado pela Sabedoria Divina, nos adverte: “Se queres a Paz, prepara-te para a Paz”.
Jesus, o Cristo Ecumênico, o Estadista Celeste, nos apresentou um excelente caminho: “Minha Paz vos deixo, minha Paz vos dou. Eu não vos dou a paz do mundo. Eu vos dou a Paz de Deus, que o mundo não vos pode dar. Não se turbe o vosso coração nem se arreceie, porque estarei convosco, todos os dias, até o fim dos tempos” (Boa Nova, consoante João, 14:27). Que tal experimentá-lo?
José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com
Numa excelente matéria produzida pelo programa Viver é Melhor!, da Boa Vontade TV (canal 20 da SKY), o dr. Fadlo Fraige Filho, endocrinologista, presidente da ANAD (Associação Nacional de Assistência ao Diabético) e da FENAD (Federação Nacional de Associações e Entidades de Diabetes), trouxe importantes esclarecimentos sobre o perigo do diabetes e das doenças a ele correlacionadas.
Abordamos, mais uma vez, esse relevante tema por se tratar de assunto de saúde pública ainda não suficientemente difundido na população.
Passaporte
Acerca do impacto do diabetes na área da saúde, dr. Fadlo afirmou que “para a Organização Mundial da Saúde (OMS) o diabetes e a obesidade são duas epidemias de males crônicos. Ambas andam juntas porque a obesidade acaba sendo um passaporte para o diabetes. É um fator desencadeante para aqueles que geneticamente já têm a doença. São dois os tipos básicos de diabetes. O tipo 1, que se manifesta na infância e adolescência, é autoimune, não muito ligado à genética (5% a 10% de todos os diabéticos). Já de 90% a 95% dos doentes são do tipo 2, que se manifesta na fase adulta e geralmente vem com a obesidade: 80% deles são obesos. Calcula-se em torno de 230 milhões o número de pessoas com diabetes no planeta. No Brasil são, em média, 10 milhões. Uma parte, cerca de 40%, tem a doença e não sabe. Ela é silenciosa, evolui sem que percebamos. Você que é parente de diabéticos, ou que é obeso, tem hipertensão, tem de fazer seus exames periodicamente, porque é possível que você venha a desenvolver o diabetes”.
O exemplo do carro
Quanto à prevenção masculina, o especialista fez uma interessante analogia: “A mulher brasileira aprendeu a ter precaução com as doenças em geral. O ginecologista pede os exames e ela os faz. Já o homem não se previne. Costumo dizer que o brasileiro aprendeu a fazer manutenção do automóvel. Quer dizer, ele sabe fazer a revisão do carro. Contudo, nunca leva seu corpo ao médico para ver o seu colesterol, o seu açúcar... O diabetes é uma doença pouco conhecida em seus fundamentos. Se não tratada, a pessoa aparentemente não sente nada, mas ao fim de talvez 7, 8, 9 anos, sem tratamento adequado, ou às vezes sem um diagnóstico, pode se manifestar por complicações gravíssimas”.
Dados alarmantes
De acordo com a OMS, hoje, a cada cinco segundos, uma pessoa no planeta contrai o diabetes. E ainda consoante o endocrinologista, “é a primeira causa de cegueira e de amputações de membros inferiores no mundo. É também praticamente a primeira causa de insuficiência renal. Você tem em torno de 40% a 50% das pessoas que fazem hemodiálise – quando o rim vai à falência – diabéticas. Em 40% das coronariopatias que levam aos infartos, são indivíduos com diabetes. Tudo isso não é para assustar, mas para alertar. Podemos evitar todas essas complicações desde que tenhamos conscientização e saibamos nos tratar. (...) Eu tenho pacientes que já estão com 30, 40 anos de diabetes e não têm nenhum problema, porque se cuidam, se exercitam, fazem dieta”.
Sobremesa
Durante o programa, respondendo a uma telespectadora, que questionou se a sobremesa diária pode oferecer algum risco, explicou: “O doce, na realidade, acaba levando, de início, a um aumento de formação de gorduras, aumento de peso. Além do que é um alimento não saudável. É preferível, em vez de habitualmente comer doce, você se alimentar de frutas na sobremesa. É uma forma de prevenção da doença. Aliás, um estudo feito em 2002 pela Associação Americana de Diabetes mostrou exatamente isso; pegou pessoas que já tinham propensão à doença, fase inicial, que a gente chama de intolerantes à glicose ou pré-diabéticas, e dividiram-nas em três grupos: um fazendo dieta, exercícios; outro tomando remédios; e o outro apenas controle. Aquele grupo que fez dieta e exercícios foi o que mais se beneficiou no sentido de regredir a patologia. Então é possível prevenir a doença tipo 2, desde que você tenha uma vida mais saudável, uma alimentação pobre em açúcar, pobre em carboidratos, e evidentemente faça exercícios, mexa-se, isso é muito importante. (...) As frutas, as fibras e os vegetais são fundamentais na alimentação de uma forma geral, para equilibrar a quantidade de carboidrato”.
Fator de risco
Quanto à famosa “barriguinha”, o dr. Fadlo atestou tratar-se também de um fator de risco: “Já se sabe que ela é reflexo do acúmulo da gordura visceral. Aquela que é depositada não embaixo da pele, mas dentro das vísceras entre os intestinos, entre os órgãos internos. É a pior de todas porque, na realidade, a gordura visceral está relacionada muito mais com as complicações cardiovasculares, com infarto do miocárdio, derrame, porque ela produz citoquinas inflamatórias, que acabam levando a esses problemas”.
Eis a nossa contribuição para que mais e mais pessoas se conscientizem da real necessidade de cuidar da saúde. Somente assim poderemos vencer o diabetes, terrível e silencioso inimigo.
José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
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Quem poderia conceber que aquele portentoso paredão, que muito mais que concreto era ideológico, tombaria? Mas caiu!”
Após a inauguração do Templo da Boa Vontade, em Brasília/DF, Brasil, em 21/10/1989, testemunhamos, pela TV, em 9 de novembro, na Alemanha, a queda do Muro de Berlim. Esses dois acontecimentos, que completaram 26 anos, trazem em similitude a vitória da liberdade. A ignorância, porém, persiste, em várias regiões do mundo, em desejar tolher o direito inerente à criatura humana de poder exprimir, com equilíbrio, as suas convicções políticas, científicas, artísticas, filosóficas, religiosas, esportivas, e assim por diante, na busca de um mundo melhor.
Quem poderia conceber que aquele portentoso paredão, que muito mais que concreto era ideológico, tombaria? Mas caiu! Da mesma forma, as fronteiras vibracionais entre esta e outras dimensões também virão abaixo, mais cedo ou mais tarde.
Universo Invisível
Em 1981, durante a conferência “A Decodificação do Pai-Nosso”, que realizei, de improviso, em Porto Alegre/RS, Brasil, no Ginásio de Esportes do Colégio Protásio Alves, convidei o povo simples que me honrava com sua atenção a desenvolver este raciocínio:
A Ciência humana, a despeito dos respeitáveis esforços de tantos abnegados idealistas, encontra-se no início de sua brilhante trajetória, apesar do extraordinário progresso a que nos tem conduzido. Vejamos o justificado deslumbramento de suas mais importantes figuras ante a restrita parcela do Cosmos que se vê. Mas e diante da imensidade que não se enxerga, que não se descobriu ainda?... Não aludimos apenas ao Universo físico, com suas galáxias, que é algo realmente de assombrar: só a Via Láctea, da qual fazemos parte, abarca bilhões de estrelas... É incrível a sua abrangência!... E os mais poderosos telescópios e radiotelescópios alcançam a mínima parte deste Universo físico. Os seres humanos, e mesmo os invisíveis de razoável grandeza espiritual, pois essas são muitas no “Outro Lado” da Vida, acabam também fascinados, e com muita razão... Entretanto, e a amplitude que até agora não perlustramos? Aqui está a filigrana: quando arguimos pelo que falta desbravar, não estamos unicamente a nos referir à composição material dos corpos celestes que vagam pelo espaço: essa enormidade que os maiores cientistas não puderam até o presente momento pesquisar nem sequer ver de todo.
Falamos também do Universo Invisível, ultradimensional, onde as Almas residem, que, no estágio evolutivo da civilização contemporânea, não pôde, até agora, ser devidamente percebido pelos olhos somáticos nem acreditado pela Ciência terrestre, em boa parte. E o mais surpreendente: nem por alguns religiosos que pregam a Vida Eterna. Todavia, quando diversos pioneiros começam a analisar e estudar as possíveis dimensões em que habitam os Espíritos, há quem procure depreciar sua labuta. Na verdade, temem avançar na direção descortinada pelos precursores. De certa forma, é como na fábula de Esopo (aprox. 620-564 a.C.): Vulpes et uva (A raposa e as uvas). Na famosa história, uma raposa, não podendo alcançar as almejadas uvas, que se encontravam num galho alto, acusa-as de estarem verdes, embora estivessem maduras.
O filósofo e sociólogo Herbert Spencer (1820-1903) acertou quando definiu que há um princípio utilizado como uma barreira contra qualquer informação, semelhante à prova oposta a todo tipo de argumento. Esse preceito jamais pode falhar, de modo a manter a Humanidade numa ignorância contínua e perpétua. Trata-se de condenar antes de investigar.
A Ciência tradicional deverá preparar-se para absorver os muitos dados novos coligidos pela Ciência de ponta. Entretanto, terá de incluir nas novidades o reconhecimento do Mundo Espiritual, não como resultado de químicas cerebrais que excitariam a mente humana na região do ilusório, pois esta conclusão é muito cômoda, sobretudo ante a realidade pluridimensional, onde existe o prolongamento da vida consciente e ativa do ser, nas esferas ainda imperceptíveis ao sentido visório.
Ainda em 1981, popularmente discorri sobre essa questão das dimensões materiais do Universo, tendo em vista ensinamentos do Evangelho e do Apocalipse de Jesus: em geral, cogita-se de grandeza, dimensão, distâncias físicas... Contudo, os limites do Universo podem igualmente ser vibracionais... O ser humano falece, o corpo fica... O Espírito (ou como o queiram chamar), que não pode ser reduzido ao restrito território da mente, migra para outro Universo ou outros universos, que ainda não se veem... A Ciência, em seus elevados termos, a posteriori comprova o que a Religião, de maneira intuitiva, bem antes percebera. A primeira conceitua; a segunda ilumina, quando realmente Religião e nunca reserva de tabus e preconceitos. No entanto, a Intuição, conforme afirmamos, é sempre mais rápida. É a Inteligência de Deus em nós.
José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
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Com o objetivo de oferecer um Natal mais digno e feliz a milhares de famílias em situação de vulnerabilidade social, a Legião da Boa Vontade promove a edição 2015 da Campanha Natal Permanente da LBV — Jesus, o Pão Nosso de cada dia!. A iniciativa visa arrecadar mais de 900 toneladas de alimentos não perecíveis a serem entregues, em cestas, no período de 8 a 24 de dezembro, a 50 mil famílias atendidas pelos programas socioeducacionais da LBV e as apoiadas por organizações parceiras da Instituição em todo o Brasil.
Cada cesta é composta de arroz, feijão, óleo, açúcar, leite em pó, macarrão, farinha de mandioca e de trigo, fubá, goiabada, gelatina, massa para bolo, extrato de tomate e sal. As doações para a campanha podem ser feitas pelo site www.lbv.org/natal, pelo telefone 0800 055 50 99 ou em uma das unidades de atendimento da Instituição no Brasil. Em Cuiabá/MT, as doações podem ser feitas na Rua São José Operário, s/nº, bairro Dom Aquino. Outras informações no telefone(65) 3317-3808
Dezenas de artistas também estão apoiando a campanha em uma grande corrente por meio do “#UmDesafioSolidário”. Saiba mais acessando os perfis da Legião da Boa Vontade nas redes sociais: Facebook (LBVBrasil), Twitter (@LBVBrasil) e Instagram (@LBVBrasil).
Natal Permanente da LBV
Movida pelo ideal de Fraternidade que a sustenta, sentimento inspirado nos ensinamentos e exemplos de Jesus, a Legião da Boa Vontade trabalha, desde seus primórdios, para melhorar a qualidade de vida das populações menos favorecidas. Já na década de 1940, iniciou uma campanha diária e ininterrupta contra a fome e a pobreza, instituindo seu Natal Permanente. A partir daí, além do amparo imediato e da constante atuação nos campos da assistência social e da educação, que vêm mudando o destino de milhares de pessoas em todo o país, a LBV tem tradicionalmente mobilizado a população a fim de proporcionar um Natal melhor às famílias em situação de vulnerabilidade social.
Paulo AraújoAssessoria de Comunicação da LBV
Zarur costumava dizer nas suas pregações – “atingir o equilíbrio é a meta suprema”. E concluía – “o Bem nunca será vencido pelo mal”. Ora, para não ser atingido pelo mal, pecado, frustração ou como queira chamar, o ser humano deve ter Boa Vontade, o que significa dizer: conservar, ao lado de acentuado bom senso, vontade firme. Será, pois, aquele que cultiva o equilíbrio, por pior que seja a tempestade; que sabe aquilo que realmente é, visto que ilumina seu caminho na Verdade (de Deus) e não nega de antemão o que pode existir. Sabe porque sabe, isto é, porque aprende humildemente, sem considerar-se dono da Verdade. Já o falho de ânimo, que se permite arrastar pelos outros, ou pela aparência dos fatos, acredita naquilo em que as pessoas em quem acredita disseram para acreditar... Assim o faz por gostar delas e de certas coisas, às quais se acostumou e crê não poder viver sem... Este é o prisioneiro das convenções, o “maria vai com as outras”. Aqui entra o sentimentalismo censurado por R. H. Blyth (escritor citado por José J. Veiga) como aquilo que “é dar às coisas mais ternura do que Deus lhes dá”. Traduzindo em linguagem simples, é ser “mais realista do que o rei”. Resumindo: o primeiro, o de Vontade Boa, guia-se pela razão iluminada por Deus; o segundo, o de vontade negligente e que não conheceu a verdadeira iniciação espiritual, deixa-se dominar por fascínio. É um triste escravo do medo.
José de Paiva Netto — Jornalista, radialista e escritor.
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O Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca é lembrado em dezessete de junho. Vale, portanto, ressaltar recentes e alarmantes estatísticas. Uma delas vem da Organização Mundial da Saúde (OMS). “Quase nove em cada dez habitantes das cidades do mundo estão sujeitos a níveis de poluição acima do aceitável segundo os padrões da OMS”, destacou a Agência Brasil. Depois, conforme noticiou a Deutsche Welle, uma pesquisa do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica diz que os reservatórios de água no país, considerados críticos pela Agência Nacional de Águas (ANA), perderam em média 80% de sua cobertura florestal.
Ora, os danosos impactos desse verdadeiro "arboricídio" estão aí. O ar, o solo e a água diariamente escasseiam em qualidade, fertilidade e abundância.
Cuidado, estamos respirando a morte
Há 15 anos, em 1º. de julho de 2000, a revista Manchete publicou um artigo meu que parece até que foi escrito hoje:
Atualmente, em vastas regiões da Terra, o simples ato de respirar corresponde à abreviação da vida. Sofrimentos de origem pulmonar e alérgica crescem em progressão geométrica. Hospitais e consultórios de especialistas vivem lotados com as vítimas das mais diferentes impurezas.
Abeirar-se do escapamento de um veículo é suicídio, tal a adulteração de combustível vigente por aí. Isso sem citar os motores desregulados...
Cidades assassinadas
Quando você se aproxima, por estrada, via aérea ou marítima, de grandes centros populacionais do mundo, logo avista paisagem sitiada por oceano de gases nocivos.
Crianças e idosos moram lá... Merecem respeito.
No entanto, de maneira implacável, sua saúde vai sendo minada. A começar pela psíquica, porquanto as mentes humanas vêm padecendo toda espécie de pressões. Por isso, pouco adiantará cercar-se de muros cada vez mais altos, se de antemão a ameaça estiver dentro de casa, atingindo o corpo e a psicologia do ser.
Em cidades praieiras, a despeito do mar, o envenenamento atmosférico avança, sem referência à contaminação das águas e das areias... O que surpreende é constituírem, muitas delas, metrópoles altamente politizadas, e só de algum tempo para cá seus habitantes na verdade despertarem para tão terrível risco.
Despoluir qualquer área urbana ou rural deveria fazer parte do programa corajoso do político que realmente a amasse. Não se pode esperar que isso apenas ocorra quando se torna assunto lucrativo. Ora, nada mais proveitoso do que cuidar do cidadão, o Capital de Deus.
As questões são múltiplas, mas esta é gravíssima: estamos respirando a morte. Encontramo-nos diante de um tipo de progresso que, ao mesmo tempo, espalha ruína. A nossa própria.
Comprova-se a precisão urgente de ampliar em largo espectro a consciência ecológica do povo, antes que a queda de sua qualidade de vida seja irreversível. Este tem sido o desafio enfrentado por vários idealistas pragmáticos. Entretanto, por vezes, a ganância revela-se maior que a razão. O descuido no preparo de certas comunidades, para que não esterilizem o solo, mostra-se superior ao instinto de sobrevivência. (...)
A poluição que chega antes
A infinidade de poluições que vêm prejudicando a vida de cada um deriva da falência moral que, de uma forma ou de outra, inferniza a todos. Viver no presente momento é administrar o perigo. Mas ainda há tempo de acolhermos a asserção de Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944): “É preciso construir estradas entre os homens”. Realmente, porque cada vez menos nos estamos encontrando nos caminhos da existência como irmãos. Longe da Fraternidade, não desfrutaremos a Paz.
José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
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Fechar os olhos para a violência contra as crianças e seus cruéis desdobramentos é uma barbaridade ainda muito presente no mundo. É o que nos mostra o relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (o Unicef) “Ocultos à plena luz”, divulgado no dia 4/9/2014.
Segundo esse órgão internacional: “É a maior compilação de dados jamais realizada sobre violência contra a criança”. O trabalho, com números coletados em 190 países, detalha as terríveis e duráveis consequências de agressões sofridas na fase infantojuvenil. As vítimas, posteriormente, se tornam adultos mais propensos a ficar sem emprego, a viver na pobreza e a manifestar comportamento agressivo. E aqui um ponto que deve ser levado em alta consideração. Os pesquisadores observam que o estudo diz respeito apenas aos indivíduos que puderam e quiseram responder aos questionamentos. Ou seja, as estimativas levantadas refletem pequena parte do problema.
Isso ocorre, porque as comunidades, as escolas, os lares não cumprem devidamente suas obrigações com os pequeninos. O dr. Anthony Lake, diretor-executivo do Unicef, é contundente: “São situações desconfortáveis — nenhum governo ou pai ou mãe quer vê-las”. No entanto, como ele mesmo enfatiza, devemos encarar os fatos se quisermos mudar a mentalidade que acha normal e permissível essa violência diária, em todos os lugares. E completa: “Embora a maior prejudicada seja a criança, também dilacera o tecido da sociedade, minando a estabilidade e o progresso. Mas essa violência não é inevitável. Pode ser prevenida — desde que nos recusemos a deixar que ela permaneça nas sombras”.
Alguns dos índices apontados pela pesquisa, em contextos mundiais, nos dizem que crianças e adolescentes com menos de 20 anos representam um quinto das vítimas de homicídio, o que resulta em perto de 95 mil mortes em 2012; cerca de 120 milhões de meninas com menos de 20 anos (aproximadamente uma em cada dez) foram forçadas a ter relações sexuais ou a praticar outros atos sexuais; e pouco mais de um em cada três estudantes entre 13 e 15 anos são vítimas frequentes de bullying na escola.
Que providências tomar
O Unicef indicou estratégias para que toda a sociedade, desde as famílias aos governos, possa trabalhar para reduzir tamanha tragédia. Elas incluem “prestar apoio aos pais e desenvolver na criança habilidades de vida; mudar atitudes; fortalecer sistemas e serviços judiciais, criminais e sociais; e gerar evidências e conscientização sobre violência e seus custos humanos e socioeconômicos, visando à mudança de atitudes e normas”.
Dentre as numerosas frentes de trabalho da Legião da Boa Vontade, cuidar bem das crianças é uma de suas mais relevantes e reconhecidas ações. Tenho grande esperança na semeadura que fazemos há mais de 65 anos nos corações humanos e espirituais. A Pedagogia do Afeto e a Pedagogia do Cidadão Ecumênico, que desenvolvemos na rede de ensino da LBV, com o apoio do povo, possuem elevados propósitos de salvaguardar a infância e a juventude em risco social. A evasão escolar nas unidades da LBV tem índice zero, informa a diretora do Conjunto Educacional Boa Vontade, em São Paulo/SP, a doutoranda em Educação Suelí Periotto.
Não há qualquer garantia de futuro melhor para as nações se não houver o respeito aos direitos fundamentais das crianças e dos jovens. E não se cresce, material e espiritualmente saudável, sem afeto, sem amor fraterno.
Cumprir com acerto as responsabilidades que nos cabem é atender ao alertamento de Jesus, o Cristo Ecumênico. No Seu Evangelho, segundo Mateus, 19:14, Ele diz: “Deixai vir a mim os pequeninos, não os impeçais, porque deles é o Reino dos Céus”.
José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
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Dados do Ministério da Saúde apontam que quase 5 mil pequeninos morrem e cerca de 125 mil sãohospitalizados anualmente no Brasil por causa de acidentes domésticos. Contando com as demais nações, os óbitos sobem para 830 mil, conforme o Relatório Mundial sobre Prevenção de Acidentes com Crianças e Adolescentes, divulgado pela Organização Mundial da Saúde e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
O cuidado constante em prevenir acidentes desse tipo, tema do interesse de todos os pais, foi assunto de uma entrevista na Boa Vontade TV (canal 20 da SKY). O programa “Sociedade Solidária” recebeu Lia Gonsales, coordenadora de mobilização da entidade Criança Segura, que promove a prevenção de acidentes com crianças e adolescentes de até 14 anos. No bate-papo com o apresentador e sociólogo Daniel Guimarães, ela chamou a atenção para uma triste realidade: “A gente não tem uma cultura de prevenção no Brasil, em geral se corre muito atrás dos danos, do prejuízo. Podemos pensar em medidas simples para prever acidentes, como modificação mesmo do ambiente e mudanças de comportamento (...)”.
MEDIDAS PREVENTIVAS NO LAR
Lia Gonsales ainda exemplificou alguns cuidados: “Pensando nos ambientes domésticos, existe uma série de modificações que os pais ou os responsáveis podem fazer. Hoje em dia, as pessoas moram muito em apartamento, em andares altos. Então, primeiramente, devem instalar nas janelas redes de proteção, não deixar móveis perto das janelas, porque as crianças gostam de escalar; elas estão na fase mesmo do desenvolvimento, de se aventurar, de conhecer, de explorar. Outro ponto: a cozinha é um lugar extremamente perigoso, onde acontece a maioria dos acidentes com objetos cortantes, queimaduras, intoxicação. Evitar, portanto, a presença das crianças na cozinha, impedir mesmo, não deixar entrar ou utilizar portões de segurança para que elas não acessem o local, porque cozinha e criança não combinam. As crianças ainda não têm o discernimento sobre o que é perigoso, que ela vai correr risco”.
O assunto merece a devida consideração de todos nós. Não deixe de buscar mais esclarecimentos no sitewww.criancasegura.org.br. As futuras gerações agradecerão nossa iniciativa.
José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
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Os meses de outubro e novembro são marcados por datas que nos fazem recordar a genialidade de dois dos mais famosos compositores de nosso país: Heitor Villa-Lobos e Claudio Santoro. Isso porque em 1o de outubro comemoramos o Dia Internacional da Música. Já no mês de novembro, no dia 17, do ano de 1959, partia para a Grande Pátria Espiritual o consagrado carioca Villa-Lobos. Na edição 220 da revista Boa Vontade, prestei-lhe tributo à memória. Ainda em novembro, 23, mas do ano de 1919, nascia o ilustre manauara, Claudio Santoro, cuja “Sinfonia da Paz” — gravada sob sua regência, pela Orquestra Estadual e Coro Stepanov de Moscou, Rússia — abre a minha pregação do Evangelho deJesus na Super Rede Boa Vontade de Comunicação.
Como admirador dos gênios da cultura planetária e reconhecendo na música um papel transcendente de elevação do ser humano, sempre que posso utilizo-me do tesouro melódico para estabelecer analogia entre ele e os augúrios divinos, de modo a facilitar o entendimento do povo a respeito do código aparentemente indecifrável do Apocalipse de Jesus. O escritor e crítico literário José Geraldo Nogueira Moutinho, em “Musicália”, esclarece que “a música absorve o caos e o ordena”.
Em Apocalipse sem Medo (1999), no capítulo “Apocalipse e universalismo”, comento que Arturo Toscanini ensinava, mutatis mutandis, que ouvir música não é escutar notas. De fato, porquanto se deliciar com a grande arte de Verdi, Tchaikovisky, Wagner, Borodin, Schumann,Debussy, Ravel, Grieg, Sibelius, Irving Berlin, Gershwin, Grofé, Chiquinha Gonzaga, Noel, Cartola, Caymmi, Jobim, João Gilberto,Caetano, Gil, Chico Buarque, Toquinho, Guerra Peixe, Carlos Gomes, Padre José Maurício, Francisco Braga, Lorenzo Fernandez,Augusto e Alberto Nepomuceno, Guerra Vicente, e tantos mais, é integrar-se no sentimento da mensagem melódica que o compositor quis transmitir ao ouvinte.
Assim é com o Apocalipse, seu recado não está na letra, “que mata”, mas no espírito de salvação que, por meio do amor de Quem fraternalmente adverte, desce do Criador à criatura.
Para que existe a Mensagem Divina
O que procuro destacar, na pregação ecumênica do Evangelho-Apocalipse, é a parcela de Deus que habita todo ser humano, seja ele religioso ou ateu; amarelo, branco, negro ou mestiço; civil ou militar; analfabeto ou letrado; da direita, esquerda ou centro ideológicos, ou mesmo apartidário.
Se o homem não for ao encontro da solidariedade, na vivência particular ou coletiva, onde iremos parar?
O cosmos é música, que, na definição de Paul Claudel (1868-1955), “é a alma da geometria”. Logo, temos de achar os sons que com abrangência universal nos confraternizem. Para isto é que existe a Mensagem de Deus, que frontalmente se contrapõe à intolerância indesculpável.
Trombetas e compositores
Ainda na citada obra, no capítulo “Trombetas e compositores”, aponto que até hoje há quem exclame: “O Apocalipse é o desamor de Deus para com a Humanidade!”. Estarão certos? Veremos que não.
Vamos por partes: o que diz a sabedoria antiga? “O pensamento é o alfaiate do destino”.
Com as nossas ideias e atos, acabamos por desvendar a nossa intimidade. Jesus, o Cristo Ecumênico, isto é, Universal, o Divino Estadista, declara isto no Evangelho, segundo Lucas, 6:45: “O homem bom do bom tesouro do coração tira o bem, e o mau, do mau tesouro tira o mal; porque fala a boca do que está cheio o coração”.
Diante disso, os Anjos das Sete Trombetas, que, em simples análise, significam fatos políticos e fatos político-guerreiros, quando as tocam, não o fazem aleatoriamente. Estão externando o que os Sete Selos (Apocalipse, capítulos 6 e 8) revelaram acerca do nosso sentimento, expresso na partitura musical que, com as nossas atitudes, compusemos. Nós é que produzimos a trágica, ou bela, melodia que os Anjos executarão. O Apocalipse é, portanto, traçado por nós, quando respeitamos ou infringimos as normas do Criador.
Em A Divina Comédia — Paraíso, Canto XXII —, Dante Alighieri (1265-1321) poeticamente ilustra a justiça de Deus: “Nunca se apressa a espada celestial,/ nem se atrasa, a não ser pela opinião / de quem a invoca ou teme, por sinal”.
Por sua vez, Alziro Zarur (1914-1979) sentencia: “A Lei Divina, julgando o passado de homens, povos e nações, determina-lhes o futuro”.
Direitos, deveres e Apocalipse
Se pensarmos apenas em direitos e esquecermos os deveres, amanhã seremos cobrados pelos deveres e esquecidos pelos direitos.
Não queiramos que o Pai Celestial nos trate como crianças, quando fazemos questão de ser adultos. Cabe, aqui, feito uma luva, este pensamento do escritor francês Martin Du Gard (1881-1958): “Não há ordem verdadeira sem a Justiça”.
Evidentemente, no tocante aos dignificadores atos que realizarmos, o Apocalipse apresentará composições maravilhosas para aqueles que merecerem um mundo melhor nos milênios que conheceremos adiante. Sempre viveremos, porque a eternidade é real e a lei das vidas sucessivas é ordenação divina. Zarur conceituava: “A reencarnação é a chave da profecia”.
É preciso, pois, afinar os corações dos povos no diapasão de Deus.
José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
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A crescente violência no Brasil e no mundo tem chamado a atenção de todos. A cada dia aumentam os casos tristes e lamentáveis noticiados pela mídia.
Se ela hoje nos bate à porta, comecemos ontem, como muitos já o fazem, a luta pelos direitos da criança e do adolescente, contra a fome, as desigualdades e em prol da sustentabilidade. Empreendamos hercúleo combate à pior das carências, que atravanca o êxito de qualquer tentativa de transformação benéfica na Terra: a falta de solidariedade, de fraternidade, de misericórdia, de justiça; por conseguinte, a aridez do Espírito, do coração.
Em 2013, destacada pesquisa global, divulgada pela ONU, nos traz uma informação alarmante: “Todos os anos, entre 500 milhões e 1,5 bilhão de crianças sofrem algum tipo de violência no mundo. Mesmo com as estimativas mais conservadoras, grande número de crianças sofre seus efeitos físicos, mentais e emocionais, e outros milhões estão em risco”. Aqui temos apenas estatísticas oficiais e que desafiam a dignidade humana. Isso significa que o quadro deva ser ainda mais crítico e demande ação decidida e conscientização a partir dasfamílias, nas quais também ocorre a violência doméstica.
O dr. Cláudio Pita, formado em Direito pela Universidade Anhanguera, relatou à Boa Vontade TV que na infância e na adolescência vivenciou essa problemática. Mas soube, com o devido amparo, superar tudo isso. Hoje é diretor do Lar Nefesh, em São Paulo/SP, fundado por ele e que presta apoio às crianças e às famílias que passam por esses dramas. No seu entender, a sociedade tem papel indispensável na identificação dos casos de violência: “Às vezes, a coisa não está acontecendo na minha casa, ou na minha família, mas acontece ao lado. E a criança que está sofrendo tem medo de pedir socorro, tem receio de que o pai ou a mãe sejam presos e não quer desintegrar a família. Então, ela mesma acaba não pedindo ajuda. E é importante que as pessoas que estão ao redor estejam atentas, possam encaminhar ao conhecimento do poder público, ao Conselho Tutelar, na própria Vara da Infância e da Juventude, às autoridades policiais, para que eles tomem providência”.
Recorro ao ilustre recifense Josué de Castro (1908-1973) — médico, professor, cientista social, político e ativista brasileiro, autor dos famosos “Geografia da fome” e “Geopolítica da fome” —, que dedicou sua vida ao combate à miséria humana. Certa vez, afirmou:
— “Os ingredientes da Paz são o Pão e o Amor”.
Tenho dito que a estabilidade do mundo começa no coração da criança. Protegê-la é acreditar no futuro.Por isso, na rede de ensino da LBV, há tantos anos aplicamos a Pedagogia do Afeto e a Pedagogia do Cidadão Ecumênico, um esforço de Boa Vontade para aliar a Educação aos valores espirituais ecumênicos.
A jovem escritora judia-alemã Anne Frank (1929-1945) registrou em seu diário ideais pacíficos, mesmo sofrendo a pungência da Segunda Guerra Mundial. Seu corajoso testemunho afasta o pessimismo que só aumenta as enfermidades sociais dos povos:
— “Apesar de todos e de tudo, eu ainda creio na bondade humana”.
Façamos, pois, a nossa parte em prol de tempos melhores.
José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
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Evidenciar o respeito às diferentes etnias pavimenta a vivência pacífica entre seres humanos e nações. Há poucos dias, a Boa Vontade TV (canal 20 da SKY) abordou, no programa “Sociedade Solidária”, o Estatuto da Igualdade Racial, instituído pelo governo do Brasil em 20/7/2010. Uma entrevista com o dr. Marco Antonio Zito Alvarenga, advogado criminalista e presidente do Conselho de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra do Estado de São Paulo (CPDCN), trouxe-nos especial contribuição.
Da sua palavra, este trecho esclarecedor: “O Estatuto da Igualdade Racial, na verdade, não tem uma efetividade do poder de punir. Ele define o que é racismo, define políticas públicas, define o que deve ser feito no sentido da diminuição do fosso entre negros e brancos, indígenas... O que deve ser aplicado legalmente para a punição é a Constituição Federal primeiro, que prevê o crime de racismo como inafiançável e que não prescreve. Depois, a Lei 7.716/89, que prevê pena de um a cinco anos para racismo; e mais ainda o artigo 140, parágrafo 3o do Código Penal, que prevê o tipo penal definido como injúria racial. Então, esses são os instrumentos legais. Agora, não basta só isso”.
Atentemos, pois, para a prática que o dr. Marco Antonio aponta. A observância legal enriquece nossa cultura e, por consequência, valoriza todas as etnias que formam a sociedade brasileira: “Sou um apaixonado pelo Direito Penal, mas acho que o racismo tem que ser banido não através da punição, mas também pela educação. E pela educação é que vamos visibilizar a importância do povo negro na construção deste país. E para que isso ocorra, há que se aplicar a Lei 10.639/03. Que lei é essa? É a lei que prevê a aplicação, ou seja, o aprendizado da história da população negra ou do afro desde sua origem. E a importância disso não é só para os negros, é também para os não negros, que assim terão uma visão diferenciada da nossa participação na construção deste país”.
A experiência do dr. Marco Antonio Zito Alvarenga na militância pela justa causa da igualdade racial merece ser levada em consideração.
José de Paiva Netto — Jornalista, radialista e escritor.
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Viver no presente momento é administrar o perigo.
Atualmente, em vastas regiões da Terra, o simples ato de respirar corresponde à abreviação da vida. Sofrimentos de origem pulmonar e alérgica crescem em progressão geométrica. Hospitais e consultórios de especialistas vivem lotados com as vítimas das mais diferentes impurezas.
Abeirar-se do escapamento de um veículo é suicídio, tal a adulteração de combustível vigente por aí. Isso sem citar os motores desregulados...
Cidades assassinadas
Quando você se aproxima, por estrada, via aérea ou marítima, de grandes centros populacionais do mundo, logo avista paisagem sitiada por oceano de gases nocivos.
Crianças e idosos moram lá... Merecem respeito.
No entanto, de maneira implacável, sua saúde vai sendo minada. A começar pela psíquica, porquanto as mentes humanas vêm padecendo toda espécie de pressões. Por isso, pouco adiantará cercar-se de muros cada vez mais altos, se de antemão a ameaça estiver dentro de casa, atingindo o corpo e a psicologia do ser.
Em cidades praieiras, a despeito do mar, o envenenamento atmosférico avança, sem referência à contaminação das águas e das areias... O que surpreende é constituírem, muitas delas, metrópoles altamente politizadas, e só de algum tempo para cá seus habitantes na verdade despertarem para tão terrível risco.
Despoluir qualquer área urbana ou rural deveria fazer parte do programa corajoso do político que realmente a amasse. Não se pode esperar que isso apenas ocorra quando se torna assunto lucrativo. Ora, nada mais proveitoso do que cuidar do cidadão, o Capital de Deus.
As questões são múltiplas, mas esta é gravíssima: estamos respirando a morte. Encontramo-nos diante de um tipo de progresso que, ao mesmo tempo, espalha ruína. A nossa própria.
Comprova-se a precisão urgente de ampliar em largo espectro a consciência ecológica do povo, antes que a queda de sua qualidade de vida seja irreversível. Este tem sido o desafio enfrentado por vários idealistas pragmáticos.
Entretanto, por vezes, a ganância revela-se maior que a razão. O descuido no preparo de certas comunidades, para que não esterilizem o solo, mostra-se superior ao instinto de sobrevivência. (...)
A poluição que chega antes
A infinidade de poluições que vêm prejudicando a vida de cada um deriva da falência moral que, de uma forma ou de outra, inferniza a todos.
Viver no presente momento é administrar o perigo. Mas ainda há tempo de acolhermos a asserção de Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944): "É preciso construir estradas entre os homens".
Realmente, porque cada vez menos nos estamos encontrando nos caminhos da existência como irmãos. Longe da Fraternidade, não desfrutaremos a Paz.
José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com
Na história do Antigo Egito, com suas surpreendentes, para os estudiosos de hoje, construções piramidais, observamos muitos indícios da crença na Vida Eterna.
Em Brasília/DF, Brasil, o Templo da Boa Vontade, TBV, a Pirâmide das Almas Benditas, dos Espíritos Luminosos, é um avanço nessa direção. Um dos maiores diferenciais está em sua universalidade. Há milhares de anos, as pirâmides, digamos assim, com seu simbolismo de existência perene, eram privilégio destinado a poucos. Já a mensagem do TBV, com o Ecumenismo Total, abriga a Humanidade. O culto à morte, característica do passado distante, deu lugar à dinâmica da vida em plenitude.
No Templo da Paz, a vitalidade humana e espiritual é alimentada pelo poder misericordioso do “Grande Arquiteto do Universo”, no dizer dos irmãos maçônicos. Numa de suas paredes, coloquei esta diretriz, inspirada em Jesus (Evangelho, segundo João, 4:23 e 24): “Neste Templo até as pedras clamarão que Deus é Espírito e como tal deve ser adorado: em Espírito e Verdade”.
O Ecumenismo dos Corações, no TBV, iluminado pelo entendimento da vida imortal, não é utopia, mas prática diária. As criaturas são realmente respeitadas. Ele jamais exclui, contudo agrega a sabedoria originada nas mais diversas linhas de pensamento.
Quem compartilhava dessa iniciativa de união era o nosso saudoso amigo dr. Nestor João Masotti, ex-presidente da Federação Espírita Brasileira (FEB). Ele retornou ao Mundo Espiritual no dia 3 de setembro de 2014. Aliás, como igualmente acreditava, voltou para casa, o plano de existência de onde todos viemos. Na ocasião em que era secretário-geral do Conselho Espírita Internacional, destacou: “Um dos pontos que precisamos procurar é o entendimento entre todas as religiões. Naturalmente, não podemos pretender que todos pensem de forma absolutamente igual, mas podemos perfeitamente buscar uma forma para que possamos conviver fraternalmente. E, nesse caso, o trabalho da LBV passa a ser muito significativo, porque está ajudando os homens a se encontrarem para convivermos fraternalmente, mesmo com pontos de vista doutrinários, espiritualistas e religiosos diferentes”.
A morte não existe
Como também pensava o dr. Masotti, esmeremos no desenvolvimento desta consciência: “A morte não existe!”. É o grande brado do Templo da Boa Vontade, conforme escrevi, no fim da década de 1980, na página “Quanto à Abrangência do TBV”. Trata-se de esclarecimento indispensável na prevenção do suicídio, que, segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), leva ao óbito uma pessoa a cada 40 segundos no planeta. É um problema global de saúde pública que deve ser enfrentado pela sociedade. Alziro Zarur (1914-1979), que estaria completando 100 anos de idade em 25 de dezembro de 2014, alertava que “o suicídio não resolve as angústias de ninguém”. Joguemos fora qualquer tabu e trabalhemos corretamente para impedi-lo. Que não falte, a partir das crianças, a devida instrução espiritual, moral, material, e o socorro urgente àqueles que já tenham manifestado tendências suicidas. O Amor Fraterno é capaz de impedir numerosas tragédias!
Assim como a Vida, a Esperança não morre nunca! Lutar por elas e perseverar no Bem são escolhas acertadas.
José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
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